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Ele
faz bem ao coração, ao cérebro, aos aparelhos
digestivo, respiratório e urinário, faz bem
aos músculos, não engorda, ajuda a diminuir
as doenças que podem complicar o quadro de obesidade,
é agente antiinfeccioso e retarda o envelhecimento.
Além de tudo isso, ainda ajuda a fazer amigos.
Quem
afirma é um médico endocrinologista e enófilo
de primeira linha, baseado em inúmeras pesquisas, em
trabalhos científicos e na própria experiência.
Antonio Carlos do Nascimento escreveu, numa linguagem simples
e clara, "Vinho: Saúde e Longevidade", onde
mostra como o consumo moderado da bebida traz benefícios
para o corpo e a mente, evitando doenças e prolongando
a vida.
Nascimento fala, por exemplo, do paradoxo francês: o
fato de os franceses, mesmo consumindo mais gorduras saturadas
que os americanos, apresentarem em relação a
estes uma taxa menor de mortalidade provocada por problemas
coronarianos, apesar de se constatarem níveis de colesterol
maiores. Isso é provocado pelo consumo freqüente
de vinho entre os franceses.
Bebedores
moderados também apresentam probabilidade 20% menor
de sofrer de depressão e risco menor de demência,
inclusive Mal de Alzheimer.
Os
benefícios apresentados pelo autor referem-se ao consumo
moderado de vinho tinto – este sim muito mais benéfico
ao organismo, em função de componentes como
os polifenóis. Segundo ele, "cada pessoa tem sua
própria interpretação para o consumo
moderado. Contudo, pode-se dizer que um homem pode beber perto
de 300 ml por dia, e a mulher, em torno de 150 ml, em função
da menor tolerância ao consumo de bebidas alcoólicas".
No
livro, o autor também recomenda a Dieta do Mediterrâneo:
menos carne, mais peixe, mais frutas e verduras, além
do azeite de oliva. E dedica ainda um capítulo inteiro
para alertar sobre os riscos do consumo abusivo de álcool.
Fonte:
http://willyvirtual.com.br/portal/saude/9543.shtml

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