Trombose – um dos benefícios
do vinho é sua ação anticoagulante ajudando
muito a prevenir tromboses.
Úlcera - estudo americano sugere que
consumo de vinho protege contra a úlcera não
havendo contra indicação, apenas para casos
de hepatite e cirrose.
Hipertensão - Estudo inédito
feito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj)
com ratos hipertensos mostrou que aqueles que receberam um
extrato de vinho (sem álcool e água) tiveram
queda na pressão arterial de até 30%. experimento
foi feito com um Cabernet Sauvignon
Mal de Alzheimer - Além de benéfico
para doenças cardíacas, cânceres e úlceras,
o vinho protege contra o Mal de Alzheimer. Segundo especialista,
o consumo diário, moderado, da bebida reduz em 75%
a chance de desenvolver a doença.
Problemas cardiovasculares - redução
de até 50% (estudo do Hospital Corporativo de Epidemiologias
da Dinamarca). Contribui na diminuição do mau
colesterol e aumenta o colesterol saudável, torna o
sangue mais fino, é anticoagulante e antioxidante.
Aumenta a formação de óxido nítrico,
importante para a dilatação dos vasos coronarianos.
Câncer - Pesquisas confirmam que o
vinho reduz em 24% o risco de câncer.
Tumores Malignos - Beber vinho em doses moderadas
continua sendo um bom remédio. Estudo publicado na
edição atual do Journal of Thrombosis and Haemostasis
mostra que, entre as pessoas que costumam ingerir álcool,
aquelas que bebem exclusivamente vinho têm menos chances
de desenvolver determinados problemas de saúde do que
as que tomam cerveja ou uísque, por exemplo. Segundo
os pesquisadores, a principal proteção da bebida
seria no sistema cardíaco. Além disso, como
alguns antioxidantes típicos das frutas também
aparecem na bebida, tumores malignos também seriam
menos freqüentes nos apreciadores da bebida à
base de uva.
Gripes e resfriados – o vinho aumenta
a imunidade contra gripes e resfriados.
Pedras nos rins - diminui a ocorrência
de pedras nos rins.
Diabetes - auxilia a prevenir o diabetes.
Catarata - Um dos maiores problemas de pessoas
com mais de 65 anos é a catarata. Pesquisas comprovam
que a ingestão de vinho, diariamente, reduz em até
34% os riscos de adquirir a doença.
Vinho na pele – ainda em estudos o
efeito do vinho na pele para rejuvenecimento talvez seja benéfico.
No uso dermatológico, a uva mais indicada é
a isabel. É a que apresenta maior concentração
de resveratrol e flavonóides, para a fabricação
de cremes que atuam diretamente sobre a pele. Os polifenóis
são dez mil vezes mais eficazes que a vitamina E e
que a vitamina C tópica. A uva e o vinho também
são usados em tratamentos holísticos e estéticos,
tais como massagem relaxante, drenagem linfática, máscaras
faciais e aromaterapias.
Resveratrol: O resveratrol elimina as plaquetas
que provocam coágulos e entopem as artérias.
A concentração média de resveratrol nos
vinhos franceses é de 5,06 mg/ml. Nos brasileiros,
é de 2,57 mg/ml. Mas não tem nada a ver com
a qualidade do vinho e sim com as condições
climáticas de onde é cultivada a uva. É
ainda na parreira que a uva adquire o resveratrol. A substância
é produzida sempre que a fruta é ameaçada
por pragas e fungos, situação comum em épocas
de chuva. O resveratrol é uma espécie de auto-proteção
dos cachos. Não se pode associar qualidade de vinho
à concentração de resveratrol
Flavonóides: Os flavonóides
são antioxidantes, inibem a formação
dos radicais livres, que provocam o envelhecimento das células
e, por conseqüência, deixam o organismo mais vulnerável
a doenças. São um componente natural, já
nascem com a uva – faça chuva ou faça
sol. E o melhor: em vinhos finos ou no vinho popular, a dose
de saúde não muda. A concentração
é parecida, não tem nada a ver com a qualidade
do vinho.
Suco de uva - é benéfico para
a saúde, inclusive os vendidos em caixinha. Não
precisa ser um suco especial.
Controle de Peso – uma taça
de vinho tem em média 80 calorias e no caso de controle
de peso deve-se fazer algum tipo de ajuste para incluir o
vinho.
Excesso de vinho – afeta negativamente
o fígado e as enzimas epáticas aumentam sensivelmente,
além da violência e da criminalidade pelo alcoolismo.
Arritimia cardíaca – tomar vinho
diariamente não beneficia a arritimia cardíaca
além de que para alguns tipos de arritimia o álcool
é proibido.
Medicamentos controlados – tomar vinho
e certos medicamentos pode causar interações,
cuidado. Pergunte ao seu médico.
Vinho tinto seco x suave – a diferença
é a concentração de açúcar.
Casca da uva – o maior benefício
do vinho vem da casca e comer a casca é só uma
questão de hábito e gosto. Deve ser bem lavada
para evitar problemas com agrotóxicos.
Propriedades benéficas do vinho -
após aberto, o vinho mantém suas propriedades
podendo perder apenas em aroma e em quantidade de álcool.
Por via das dúvidas, bom mesmo é consumir o
vinho até 48 horas depois de aberto.
Alto índice de triglicerídios
– neste caso o vinho não traz benefícios
devido às calorias existentes, aumentando os triglicerídios.
Massa muscular – em excesso qualquer
bebida alcoólica pode atrasar o desenvolvimento de
massa muscular ou até haver diminuição
desta mesma massa muscular.
Diabetes tipo 2 – é possível
consumir vinho ou suco de uva se através de medições
constantes o usuário mantiver a diabetes controlada.
Alimentos com propriedades semelhantes –
maça, cebola, chás, frutas e vegetais em geral.
Ácido Úrico – toda bebida
aumenta o ácido úrico inclusive o vinho
Reposição Hormonal –
Não se sabe através de algum estudo se o vinho
interfere sobre reposição hormonal.
Idade do vinho – Não é
a qualidade ou a idade do vinho que tráz benefícios
à saúde mas as propriedades contidas na casca
da uva.
Fontes: Dr. Roberto Moura / Dr. Protásio Lemos da Luz
/ Journal of Thrombosis and Haemostasis / Dr. Philip Norrie

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