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Manuel Gea
Ainda
estamos há anos luz antes que uma legislação
européia apóie o consumo de vinho as pessoas
saudáveis e enfermas e alguma campanha publicitária
encaminhe ao consumo moderado de vinho, em lugar de outras
bebidas que fazem mal a saúde, é reconfortante
saber que vez por outra surgem iniciativas e estudos que nos
enviem uma mensagem sublimar, senão categórica,
dos benefícios do vinho para a saúde do coração.
Quero converter em slogan esta recente notícia de um
hospital britânico: “compatriotas ingleses, receitamos
dois copos de vinho tinto ao dia aos nossos doentes do coração
e diminuíram os infartos e apoplexias. Unam-se a campanha
do nosso hospital Great Western. O chá nos afasta da
boa saúde”.
Em
conseqüência, diferentes personalidades européias,
algumas da Espanha, como o Dr. Guzmán Ortuño
de Murcia, vem escrevendo sobre os benefícios do consumo
diário de vinho tinto para pessoas saudáveis
e enfermas. Vem demonstrando clinicamente os impedimentos
que os componentes naturais do vinho tinto exercem sobre os
desencadeantes de doenças coronárias e circulatórias,
no entanto, falta um pronunciamento oficial dos altos organismos
que favoreceriam uma economia multinacional com problemas.
Naturalmente o cirurgião inglês deste hospital
de Swindón (oeste de Londres) tem experiência
e por isso receitou os dois copos de vinho. Na ocasião
foram usados os de variedades: Pinot, Cabernet Sauvignon e
Shiraz Sem descartar nenhum outro, disse que reduzem em aproximadamente
20% as possibilidades de infartos. Este médico estudou
as características da população francesa
com doenças do coração, chegando à
conclusão que mesmo consumindo mais gorduras e fazendo
menos exercícios, os franceses gozam de melhor saúde
que os ingleses que apreciam o chá.
Fonte:
La Semana Vitivinícola – Revista Técnica
de Interes Permanente – 02/04/2005 – nº 3060.

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